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- SISTEMATIZAÇÃO DE ASSISTENCIA DE ENFERMAGEM EM UMA UNACOM

SISTEMATIZAÇÃO DE ASSISTENCIA DE ENFERMAGEM EM UMA UNACOM

Muitas pessoas bem informadas podem não saber que a assistência de enfermagem é operacionalizada tendo por instrumento metodológico um protocolo que sistematiza os eventos que, em associação a uma cadeia dinâmica e inter-relacionada, abrangem o ato de cuidar. Com estrutura semelhante ao método científico, este instrumento, denominado processo de enfermagem, requer a reunião de conhecimentos diversos, processados e apoiados no raciocínio clínico com vistas ao julgamento diagnóstico adequado à interpretação dos problemas (respostas humanas) apresentados pelo paciente.

Dessas respostas humanas, são identificados os diagnósticos de enfermagem que indicam a direção do cuidado, em especial, na decisão do quê fazer para atender à necessidade apresentada. Sendo definida, por alguns dos autores como qualquer tratamento, que é baseado no julgamento clínico e no conhecimento, pelos enfermeiros para melhorar os resultados obtidos pelo cliente.

No entanto, observa-se que no cuidado direto ao cliente hospitalizado, o trabalho de enfermagem tem com frequência, foco em procedimentos técnicos emergentes da terapêutica e avaliação médica, como por exemplo, a administração de medicamentos. Percebe-se que a prescrição baseada no conhecimento específico de enfermagem sequer é desenvolvida. Portanto, é preciso buscar novos caminhos para delinear a identidade do profissional enfermeiro, buscando, inclusive, sua autonomia no cuidar do cliente.

Neste contexto, emergem as classificações de enfermagem que, quando aplicadas ao cuidado de enfermagem, revelam instrumentos eficazes para apontar soluções, unificar condutas e garantir resultados efetivos para o atendimento das necessidades do cliente. Corroborando com esta situação, aparece como fator que dificulta a aplicação do processo de enfermagem na prática, a não utilização de linguagem única e de taxonomias próprias para todas as suas etapas, resultando numa apropriação do modelo e paradigma biomédico.

Portanto, cabe reforçar que as classificações de enfermagem são tecnologias que favorecem a utilização de uma linguagem padronizada, empregada no processo de julgamento clínico e terapêutico e que fundamentam a documentação da prática profissional.

Essa padronização tem o intuito de facilitar o pronto atendimento e justificá-lo com rapidez, por isso que existem estas regras específicas de intervenção, facilitando a compreensão na hora da tomada de decisões.

A enfermagem, como em qualquer ofício, sempre estruturou princípios éticos, importância e códigos para conduzir sua atuação na área profissional. No primeiro capítulo desta pesquisa é delineado o quão importante foi a sugestão de coordenação proposta por Florence Nightingale (1820-1910), avaliada como a instituidora da enfermagem contemporânea, em um atendimento quase que na sua totalidade insalubre.

Por volta de 1950, deu-se início ao movimento de organização protocolar de padrões conceituais e teorias de enfermagem. Contendas sobre diferenças entre padrão conceitual e teoria e perguntas sobre a origem e produção dessas teorias (na enfermagem) começa a serem propostas na literatura em meados de 1970.

No segundo capítulo abordaremos a proposta de intervenções existentes. Sabendo-se que a intervenção de enfermagem é um ato independente da enfermeira, fundamentado em padrões científicos, que são efetuados para beneficiar o paciente, adotando o roteiro prognosticado de enfermagem, estabelecendo metas a serem obtidas. Essas intervenções compõem do tratamento e para a análise de enfermagem.

Serão exemplificados a NANDA, NIC e NOC a partir do terceiro capítulo, descritas e demonstradas figuras, com reprodução de uma listagem de procedimentos e entendimentos.
O tópico principal deste estudo são descrever, através de revisão bibliográfica, os cuidados e intervenções que são realizadas em pacientes. A importância da avaliação correta, e quais os procedimentos que devem ser efetuados, e o valor da interferência do enfermeiro.

CONCEITOS E HISTÓRICO DA ENFERMAGEM MODERNA E DOS PROCEDIMENTOS CLÍNICOS



Florence Nightingale (1820-1910) foi muito mais que uma enfermeira durante a guerra da Crimeia. Suas contribuições para o progresso da condição sanitária dos hospitais militares (em campo de guerra) e civis foram muitas. Esta mulher notável tinha uma exímia facilidade para áreas das exatas, particularmente a estatística, e esta facilidade cumpriu um papel fundamental no reconhecimento e progresso organizacional do seu trabalho. Assim, sua obra é reconhecida como antecessora das organizações que vieram com padrões e metodologias para garantir segurança dos procedimentos (COHEN, 1984).

O interesse de Florence por matemática foi além da disciplina em si. Uma das pessoas que mais a influenciou foi o cientista Belga Quételet . Ele aplicou métodos estatísticos aos dados de vários hospitais de campo, incluindo estatísticas sobre moral ética e ciências sociais (ZEMLICKA, 2002).

Florence desenvolveu interesse por assuntos sociais, mas em 1845 sua família estava firmemente contra a experiência prática em um hospital. Até então as únicas tarefas de enfermagem que ela tinha feito era cuidar de amigos e parentes enfermos. Nesta época, a enfermagem não era uma profissão própria para uma moça bem educada. As enfermeiras do século XIX, além de não ter treinamento adequado, eram consideradas vulgares, ignorantes e dadas à promiscuidade e a bebida alcoólica (COHEN, 1984).



Esta página tem como objetivo evidenciar a relevância da existência técnica e histórica para os procedimentos das taxonomias para Diagnóstico de Enfermagem (NANDA) e de cuidado (NOC, NIC) com ênfase na Unidade Oncológica. Os procedimentos são instrumentos que estimulam o raciocínio lógico do Enfermeiro e requerem um conjunto de conhecimentos imensurável, uma vez que para estabelecer o raciocínio, o profissional precisa ter bom subsídio científico. A centralidade deste estudo são os cuidados, sistematizações e intervenções que devem ser realizadas em pacientes do setor oncológico. A enfermagem, como uma ciência médica, sempre estruturou princípios éticos, importância e códigos para conduzir sua atuação na área profissional. Assim será descrita a sugestão mais remota da origem deste protocolo de organização, que foi feita por Florence Nightingale e neste trabalho será abordada brevemente sua história com os processos de Enfermagem, Conceitos, e especificamente os pacientes da unidade oncológica.

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